PSG é campeão da Supercopa Europeia 2025
Udine, 13 de agosto de 2025. O relógio marcava 85 minutos e o Paris Saint-Germain parecia condenado a ver o troféu escapar. O placar mostrava 2 a 0 para o Tottenham, e o frio do norte da Itália parecia ter congelado qualquer esperança. Mas, no futebol, esperança é o último suspiro — e o PSG decidiu respirar fundo.
Foi então que Lee Kang-in, com um chute preciso, acendeu a chama. As arquibancadas pulsaram. A cada segundo, a bola parecia pesar menos e a camisa, mais. No último fôlego, já nos acréscimos, Gonçalo Ramos surgiu como herói improvável, empurrando para o gol e levando o jogo à prorrogação.
O empate em 2 a 2 não foi apenas um placar — foi a reescrita de um destino. Na prorrogação, nenhuma equipe cedeu. Vieram os pênaltis. Cada cobrança era um mergulho no abismo. Arnau Tenas defendeu o chute de Pedro Porro, segurando o grito preso de milhares de torcedores. E então, Nuno Mendes ajeitou a bola. Um toque firme, certeiro, e a rede balançou. 4 a 3. História feita.
O PSG, campeão da Champions League em maio após atropelar a Inter de Milão por 5 a 0, agora levantava, pela primeira vez, a Supercopa Europeia. Nenhum clube francês havia conquistado esse troféu antes.
Era mais que um título. Era a consagração de um time que aprendeu a sofrer e a reagir. Que, em 90 minutos e mais alguns instantes de coragem, mostrou que, para quem acredita até o fim, não existe impossível.